Dez anos depois do programa de televisão AB Sexo, Marta Crawford fala do seu novo projeto, da campanha de crowdfundinga na plataforma IndieGoGo e faz uma análise da forma como evoluiram, numa década, as práticas e costumes na vida privada dos portugueses
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terça-feira, 24 de novembro de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
A vida depois da morte de um filho
A hospitalização da jornalista Judite de Sousa, após ter sido encontrada inconsciente no passado fim de semana, mereceu a republicação de um artigo que escrevi para a revista Visão, aquando do trágico acidente fatal do seu filho, no inicio de Julho do ano passado.
Em A Dor Sem Nome, pode encontrar testemunhos de quem sofreu a perda - a morte - de um filho, uma das mais duras experiências que se pode ter e a palavra dos profissionais de ajuda que contactam com estes casos na sua prática clínica.
Pormenor de "A Tragédia", Pablo Picasso
Reprodução
No final, uma mensagem comum aos que são próximos: mesmo que o tempo não cure a ferida, ele é crucial para minimizar a dor. Ou seja, por melhor que seja a intenção, a última coisa que alguém que atravessa este luto é incentivá-lo(a) - pressioná-lo(a) a seguir em frente, saltando etapas.
Etiquetas:
Clara Soares,
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sábado, 1 de novembro de 2014
Sempre Ligados
Já não sabemos viver sem ele. O telemóvel revolucionou a
nossa forma de estar e de ser. É uma extensão das nossas mãos, de nós.
Comunicamos sem fronteiras mas distanciando-nos, do que, e de quem, está à
nossa frente.
Habituámo-nos tanto a estar ligados a esse portal de acesso ao mundo que comprometemos a segurança na estrada e ficamos alterados, se privados do seu uso. Sabemos mesmo viver com ele?
Habituámo-nos tanto a estar ligados a esse portal de acesso ao mundo que comprometemos a segurança na estrada e ficamos alterados, se privados do seu uso. Sabemos mesmo viver com ele?
No artigo que eu e Vânia Maia publicamos nesta edição da revista Visão vai ficar a conhecer o tipo de relação que estabelecemos com a tecnologia, saber mais sobre o phubbing (focar-se no telefone, ignorando pessoas com quem se está) e, ainda, a análise dos especialistas
terça-feira, 27 de maio de 2014
Siri Hustvedt. As suas histórias, ela própria.
Foto: Gonçalo Rosa da Silva
Siri Hustvedt é uma escritora e ensaísta americana, de ascendência norueguesa, premiada na ficção e não ficção, apesar de ser conhecida, ainda, como «a mulher do escritor Paul Auster». De regresso a Portugal, para lançar o seu sexto livro de ficção, Mundo Ardente, ela explica porque é preciso quebrar barreiras - ideológicas, sociais e de género - para nos tornarmos naquilo que somos. Saiba mais na próxima edição da revista Visão.
Siri Hustvedt é uma escritora e ensaísta americana, de ascendência norueguesa, premiada na ficção e não ficção, apesar de ser conhecida, ainda, como «a mulher do escritor Paul Auster». De regresso a Portugal, para lançar o seu sexto livro de ficção, Mundo Ardente, ela explica porque é preciso quebrar barreiras - ideológicas, sociais e de género - para nos tornarmos naquilo que somos. Saiba mais na próxima edição da revista Visão.
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