quarta-feira, 6 de maio de 2015

«I know I'm not the only one»

No passado dia 28 de Abril participei no programa da TVI A Tarde É Sua, de Fátima Lopes, para comentar as histórias de duas mulheres que viveram o papel de amantes. Elas contam como se sentiram no lugar da «outra», o que as levou a permanecer na situação e a seguir em frente a partir de certo ponto. Clique AQUI para assistir ao vídeo e ao comentário (time code: 17.36)


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Kurzweil, o visionário (quase) imortal

(publicado na revista Visão - edição especial Visão Futuro. 26.02.2015)

Famoso pelas suas descobertas e previsões, multipremiado inventor americano Raymond Kurzweil quer transcender a fronteira da vida humana e está a trabalhar para isso 
Por Clara Soares

Que idade vai ter daqui a 30 anos? O autor do livro A Singularidade Está Perto, lançado há uma década, fará 97 em 2045, no ano em que, segundo os seus cálculos, a inteligência artificial (IA) vai ultrapassar a inteligência humana e haverá uma fusão desta com a das máquinas. Na prática, teremos nanobots (micro dispositivos do tamanho de uma célula) dentro do nosso corpo a combater doenças e a expandir a memória e as competências cognitivas. Os avanços da tecnologia médica tornarão possível acrescentar mais de um ano à nossa esperança de vida, por cada ano vivido. Bem antes disso – entre 2020 e 2030 – é expectável que ultrapassemos os nossos limites biológicos e nos liguemos à internet por microchips implantados no cérebro. E que experimentemos a realidade pelos sentidos de outra pessoa, via wireless e em tempo real.





















imagem publicada em www.fayerwayer.com

Raymond Kurzweil, agora com 67 anos, há algum tempo que investe na sua reprogramação bioquímica, seguindo uma dieta não convencional, com o apoio de um médico que partilha as suas convicções. O seu regime alimentar inclui a ingestão diária de vários copos de água alcalina e chá verde, um copo de vinho e 150 suplementos alimentares (chegaram a ser 250, desde que, aos 35 anos, lhe diagnosticaram diabetes tipo II). O futurista nova-iorquino tem até um plano B, caso a vida lhe pregue a partida antes do tempo (como aconteceu com o seu pai, vítima de enfarte aos 58). Envolve criopreservação e clonagem. Mas já lá iremos.

Estamos a falar do diretor de engenharia do Google, contratado pelo CEO, Larry Page, para «trazer a compreensão da linguagem natural» ao gigante tecnológico. Do fundador da Universidade da Singularidade, no espaço da NASA e financiada pelo próprio Google, com a intenção de preparar, em nove semanas, uma tropa de elite para lidar com possíveis efeitos adversos da nanotecnologia, como o risco potencial da replicação descontrolada de nanobots (onde é que já vimos isto? Em Blade Runner, de Philip Dick?)

Ray, como também é conhecido, tinha cinco anos quando quis ser inventor. E foi. Conseguiu construir e comercializar sistemas de reconhecimento ótico de carateres, conversores de textos escritos em voz, para invisuais, sintetizadores de voz e outros, capazes de imitar com precisão o som de instrumentos reais, como o piano. Hoje é reconhecido como um dos revolucionários que fez a América e além de aplicar a tecnologia à arte, dedica-se sobretudo à investigação do cérebro humano, que pretende aplicar à construção da inteligência artificial.

Previsões de um Agnóstico
Aos olhos do cidadão comum, Ray Kurweil tem uma vida normal e uma veia empreendedora. Filho de artistas e ascendência judaica, aprendeu com o tio, que trabalhava na IBM, o b-a-ba sobre computação e nunca mais parou (o Wall Street Journal chamou-lhe «o génio Incansável»). Todas as empresas que criou tiveram sucesso e vendeu-as, permanecendo como consultor de boa parte delas, sem nunca lhe faltar espaço para a vida familiar. Casou com a psicóloga infantil Sonya Rosenwald Fenster antes de fazer 30 anos e tiveram dois filhos (Ethan trabalha em capital de risco e Amy é coreógrafa).

O que distingue um visionário são as suas singularidades. Agnóstico e adepto do pampsiquismo (doutrina que advoga a existência de uma consciência universal e a hipótese de as nossas mentes estarem ligadas, de modo não causal), Kurzweil surpreendeu tudo e todos quando as suas previsões (feitas em 1990 para o início do século XXI) se confirmaram. Levá-lo a sério constitui um desafio empolgante, embora arriscado.

Testar e expandir os limites da vida é o seu projeto mais insólito. Pouco depois de atingir meio século de existência, Kurzweil associou-se a uma empresa especializada e, quando morrer, revelou numa entrevista à Wired, será vitrificado em nitrogénio líquido e injetado com criopreservantes. A ideia é
preservar o seu corpo e conseguir restaurá--lo na altura certa e, eventualmente, fazer o mesmo com o pai. Como? Sim, Kurzweil admitiu há alguns anos à Rolling Stone o desejo de fazer uma cópia genética do seu pai, Frederic, a partir da exumação e extração do seu ADN e implantar num clone as memórias que tem dele. Ficção? Talvez sim, talvez não. Perto de 2045, falamos.

Uma Vida Invulgar
Datas marcantes no percurso de Kurzweil

1948: Nascimento
 5 anos: Exposto a diferentes filosofias, decide ser inventor
14 anos: Ávido leitor de ficção cientifica, fazia jogos e teatros robóticos e apresentou a sua teoria do neocórtex à Westinghouse Science talent Search e torna-se um dos vencedores, conhece o presidente Johnson
15 anos: Escreve o seu primeiro programa de computadores
17 anos: apresenta num programa de tv uma peça de piano composta p um computador criado p ele e ganhou um premio, sendo homenageado pela casa Branca
20 anos: No MIT, funda empresa que usava programa para combinar estudantes e universidades, que vende por 100 mil dólares e royalties
22 anos: Bacharelato em ciência de computação e literatura (1970)
26 anos: Funda empresa com o seu nome, com o primeiro sistema de reconhecimento ótico de carateres
27 anos: Casa com a psicóloga Sonya Rosenwald Fenster
28 anos: Digitalizador CCD e sintetizador de voz, que levou Stevie Wonder a comprar a primeira versão e a iniciar uma longa amizade com ele.
30 anos: Vende a empresa à Xerox e ficou como consultor ate meados dos anos 90

34 anos: Funda a Kurzweil Music Systems e, dois anos depois, o Kurzweil k250, o primeiro sintetizador capaz de recriar o piano e outros instrumentos de orquestra, empresa que vende à coreana Young Chang, oito anos mais tarde
35 anos: sofre de intolerância a glucose e conhece o medico Terry Grossman, com convicções não convencionais semelhantes às suas e dedica-se a um regime com 250 suplementos, 8 a 10 copos de agua alcalina e 10 copos de cha verde diariamente, para «reprogramar» a sua bioquímica. 
39 anos: (1987) cria a Kurzweil Applied Intelligence (KAI) para dv sistemas comerciais de reconhecimento da fala 
42 anos: Funda a Medical Learning Company (programas interativos para médicos e a KurzweilcyberArt.com e publica The Age of Intelligent Machines (1990). O seu pai morre com 58 anos, vitima de enfarte
45 anos: Publica livro sobre nutrição em que advoga o corte de calorias/gorduras consumidas para 10% do atual
48 anos: Lança a K Educational Systems (dv tecnologias de reconhecimento de padrões  para pessoas com deficiências como cegueira e dislexia)
51 anos: lança The Age of Spiritual Machines (1999) sobre o futuro da tecnologia, onde prevê que os computadores iriam ser superiores à mente humana e na capacidade de tomar decisões de investimentos lucrativos. Conquista prémio National Medal of Technology (1999), pela mão de Clinton, na Casa Branca
57 anos: K-NFB Reader; dispositivo c câmara e computador, permite a leitura em voz de texto escrito e colectar texto por imagens e lança o livro A singularidade está perto: uma história verdadeira sobre o futuro (2005)
61 anos: Em colaboração com a Google e a Nasa, anuncia a criação da universidade da Singularidade para executivos e oficiais governamentais, com a meta de inspirar lideres a inovar. O programa tem 9 semanas e assenta no conceito de Vernor Vinge, escritor e cientista de computação
62 anos: É lançado um documentário sobre a sua vida, O Homem Transcendente
64 anos (2012): É contratado pela Google para desenvolver projetos de aprendizagem de máquinas e processamento e lança livro, Como Criar uma mente: O segredo do pensamento humano revelado
66 anos: Defende que duplicar a arquitetura cerebral em máquinas pode conduzir a uma super inteligência artificial
2045: É a data em que, acredita, teremos descoberto o segredo da imortalidade. Se lá chegar, terá 97 anos


Burnout: O Fim da Linha

A escassez de recursos e a pressão para obter resultados estão a levar cada vez mais trabalhadores ao esgotamento físico e emocional. 

Leia o artigo, conheça os casos e a análise dos especialistas e teste-se através do link da Revista Visão

segunda-feira, 16 de março de 2015

Did you say... Mindfulness?


We know the word, but do we know the meaning and how to use it in our daily lives? Is it just another trend, destined to fade, or is something else, important enough to be taken seriously, as a business, as an academic and scientific field and as a better way to live and to cope with health problems?
Jon Kabat-Zinn was the man who transformed buddhist meditation into a stress reduction method, giving it the scientific frame it now has, in american culture. The technique, which combines meditation and Hatha yoga, is being used by famous CEOs (from Apple and Google, to quote a few) and is progressively conquering a its own place in the university programs. Designed to to help patients cope with stress, pain, and illness by using what is called "moment-to-moment awareness", Mindfulness has come to stay. Among psychiatrists, also.    

Read more about it in Iva Tarle's post How is Mindfulness Used by Psychiatrists? and check how mental health professionals are incorporating the method in their clinical practice, in Psychology Tomorrow Magazine


quinta-feira, 5 de março de 2015

Conhece a Psicologia do Tempo?

Estou aqui. Estou no agora. Há pouco estava com a cabeça no amanhã. Até me esqueci que já eram horas de voltar a entrar na impagável roda do tempo, das rotinas. O tempo voa. Ontem não era assim. tinha todo o tempo do mundo. O que é o Tempo? O meu, o teu, o nosso? Na Antiguidade Clássica, os gregos tinham mais que uma designação para a 4ª dimensão; o tempo cronológico (Chronos), linear ou sequencial, e o tempo subjetivo (Kairós), humano e indeterminado.

Internamente, tendemos a medir o Tempo em função dos intervalos entre eventos que consideramos significativos - o nascimento de um filho, uma separação, etc. As experiências marcantes e o intervalo entre elas definem o nosso tempo (Kairós), são a timeline da nossa história, distinto do tempo cronológico (Chronos). A dupla natureza do tempo origina insólitas distorções percetivas.

A Persistência da Memória - Salvador Dali (1931)

«Já?! Parece que foi ontem». Percebemos o Tempo de modo mais rápido à medida que somos mais velhos. A aceleração subjetiva do Tempo, à medida que a idade avança (fenómeno conhecido por telescopia) deve-se a factores tão diversos como:


  • aumento do tempo de reacção: fisiologicamente, o relógio biológico tende a desacelerar com o passar dos anos e as horas do relógio parecem-nos, então, mais velozes, um erro de paralaxe: sentimos que não acompanhamos o ritmo, até porque o nosso tempo de reação se torna mais lento
  • perceção e resposta de stresse: são precisas unidades de tempo extra para responder às mesmas exigências e pressões da vida adulta, que passam a correr, umas atrás das outras, ou todas ao mesmo tempo. De tão imersos nelas, damos menos atenção à cronologia. «O tempo foge entre os dedos». 
  • «meteorologia emocional» - no fluxo da consciência, passado, presente e futuro emergem, de modo não linear ou cronológica. A memória é influenciada pelas emoções, são elas que induzem a percepção do Tempo, esse continuum que não tem princípio nem fim. Assim se explica, por exemplo, a nossa tendência para olhar os eventos da adolescência e da infância - as nossas primeiras vezes, as descobertas - como tendo uma duração maior do que a efetiva. "Todo o tempo do mundo"



Somos seres analógicos num mundo digital. O nosso relógio interno pauta-se pelos marcos de vida (a narrativa pessoal): quanto mais espaçados no tempo (eventos menos frequentes, portanto), maior o desfasamento entre o "meu tempo" e o "dos outros". "Ainda ontem era um bébé, já está um homem".

A velocidade de Kairós depende da experiência consciente (consoante estamos acordados, a dormir, a sonhar, sob influência de drogas, em êxtase ou quando estamos a rezar, a meditar, a tocar ou a ouvir uma melodia). Há mesmo quem considere que, em certos estados mentais, se consegue transcender a barreira do Tempo, por se tornar tão lento ao ponto de parar completamente (sim, podemos chamar-lhe Nirvana).

A perspetiva temporal é uma das mais poderosas influências no comportamento humano 
No seu livro Time Paradox (2008), o psicólogo social americano Philip Zimbardo defense que cada um de nós tem uma perspetiva enviezada do Tempo, com implicações óbvias na condução das nossas vidas.

  • A má notícia: sem usar o que ele designa por "a nova psicologia do tempo", podemos ficar reféns de um padrão de pensamento e ação desvantajosos para nós. 
  • Exemplos :  "Vivo o hoje, adapto-me às circunstâncias" (orientação para o presente), "Há que andar para a frente, planear, fazer listas" (orientação para o futuro), "No meu tempo... o tempo é cruel... se eu tivesse outra vez 20 anos" (orientação para o passado).
  • A boa notícia: é possível introduzir mudanças na nossa perspetiva temporal e, com isso, fazer os ajustes necessários para restaurar a nossa qualidade de vida. 

O questionário para quantificar a Perspetiva do Tempo trouxe a Zimbardo tanta ou mais popularidade do que a Experiência da Prisão de Stanford (1971), estudo que foi adaptado ao cinema no início deste ano. A simulação, com estudantes universitários, durou apenas seis dias, altura em que foi interrompida, pelo rumo dramático, e inesperado, dos eventos. Conclusão: pessoas boas podem tornar-se infernais num contexto que o permita (o estudo voltou a estar na ribalta, após os abusos praticados, em 2004, na prisão de Abu Ghraib).

Agora, que a prática do Mindfulness - atenção plena -  está a conquistar executivos, académicos e a chegar, através de workshops, ao cidadão comum, as últimas tendências da investigação neste campo sugerem três pistas para mudar a perspetiva de tempo, com benefícios na saúde e na longevidade:


Abrandar 

Meditar 

Estar atento    

OBS:
Este texto foi escrito entre ontem e hoje. Foi uma agradável supresa descobrir, também hoje, a edição de aniversário do jornal Público, gratuita e inteiramente dedicada ao Tempo. Ainda consegui ir a tempo de encontrar um exemplar e, já que em matéria de tempo, "não há duas sem três", enquanto conduzia até casa,
com o rádio ligado, apercebi-me da abertura da exposição The Clock, de Christian Marclay, a decorrer até 19 de Abril, no Museu Berardo, em Lisboa. 

 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Velocidade Pessoal



«Devagar, Depressa». O título da crónica Sinais, de Fernando Alves, na TSF, que hoje me fez abrandar as rotinas matinais e mereceu uma segunda audição, em podcast. 

Inspirada num destaque de primeira página da edição do Jornal de Negócios, convida a uma contemplação sobre a velocidade pessoal e a arte de gerir-la nos relacionarmos com os outros.  Ouvir AQUI

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O que as 50 Sombras de Grey trouxeram à Luz


Veja a leitura psicológica do fenómeno AQUI (Entrevista na TVI 24)
e
Leia o artigo sobre o tema AQUI (Sexo: Das Sombras à Luz - Revista Visão)


A sexualidade não tem idade. Tem diversidade. E muitas formas de expressão, movidas por razões igualmente diversas. Pelo prazer da descoberta, por pura diversão, por uma questão de preferência ou como via de transformação pessoal.

Sempre tem sido assim, mas vivido na sombra. Daí que, de tempos a tempos, venha à tona uma música, um livro ou um filme que se converte num fenómeno social e mediático. Que destrone ideias feitas acerca do que é o Normal, o prescrito, em matéria de jogos entre adultos. Cada tempo e transição social e de costumes tem os seus ícones, agents provocateurs incluídos.

Década a década, costumes e práticas de imensas minorias vão saindo do armário. Nesta, a era da tecnologia, do marketing e da globalização, o desafio é dar permissão ao BDSM para entrar, sem culpas nem o rótulo de perturbação mental, na domesticidade conjugal e na vida de cada um. Com aceitação social, portanto.

Será esse o «segredo» da trilogia da best seller americana E L James (e da versão cinematográfica)? BDSM goes mainstream? Como ficção que é, não podem deixar de lá estar os ingredientes clichê que prendam o espetador (as espetadoras, já agora): as tormentas secretas do herói poderoso e as vicissitudes da jovem que se apaixona por ele. Nada de novo, apenas uma nota diferente: face a obras do género (romances, dramas ou thrillers eróticos), a «moral da história» promete ser menos fatalista. E, talvez até, fantasista.




quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O Self na Era Digital

No passado sábado tive o prazer de participar, como speaker, na terceira edição do TalkABit, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

Trata-se de um evento de palestras sobre o impacto da engenharia de software na sociedade moderna. O tema que apresentei: O Impacto da Tecnologia no Quotidiano: Uma Perspetiva Psicológica




Aqui fica o registo de toda a conferência, organizada por estudantes do seminário Sistemas de Informação e Engenharia de Software. Vale a pena ver e ouvir as comunicações do painel de convidados, em streaming (apesar da qualidade reduzida do som)



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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Queremos as noites tranquilas de volta!


Quando os filhos pequenos não dormem nem deixam os pais dormir.
Como o estado emocional e as circunstâncias de vida dos pais afeta o comportamento dos filhos (e vice-versa).
Porque andamos a dormir cada vez menos horas e em que medida afeta o desenvolvimento e o rendimento.
O que dizem pediatras, especialistas em sono infantil e quem superou o drama das noites de inferno.
Programas personalizados para mudar hábitos e regularizar rotinas.
Tudo o que deve saber para reencontrar o equilíbrio.
Leia mais nesta edição da revista Visão (nº 1143) ou AQUI

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Decisões de ano novo



À entrada num novo ano, a situação repete-se: é desta que se vai perder peso, deixar de fumar ou fazer mais desporto. Até que ponto somos capazes de por em prática as resoluções tomadas?

Na 1ª edição deste ano da Revista Visão, pode ficar a conhecer histórias de portugueses que, em diferentes idades e etapas de vida, contam como levaram as suas resoluções a bom porto, confirmando os resultados de investigações cientificas neste âmbito. Em sintese, a motivação para mudar conta, mas não chega; é preciso ter em conta quatro fatores:

Automotivação
Controlo Cognitivo (mental)
Regulação Emocional
Aceitação da Ambiguidade