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segunda-feira, 16 de março de 2015
Did you say... Mindfulness?
We know the word, but do we know the meaning and how to use it in our daily lives? Is it just another trend, destined to fade, or is something else, important enough to be taken seriously, as a business, as an academic and scientific field and as a better way to live and to cope with health problems?
Jon Kabat-Zinn was the man who transformed buddhist meditation into a stress reduction method, giving it the scientific frame it now has, in american culture. The technique, which combines meditation and Hatha yoga, is being used by famous CEOs (from Apple and Google, to quote a few) and is progressively conquering a its own place in the university programs. Designed to to help patients cope with stress, pain, and illness by using what is called "moment-to-moment awareness", Mindfulness has come to stay. Among psychiatrists, also.
Read more about it in Iva Tarle's post How is Mindfulness Used by Psychiatrists? and check how mental health professionals are incorporating the method in their clinical practice, in Psychology Tomorrow Magazine.
sábado, 2 de março de 2013
Viver com Atenção Plena
Se está preso na lógica do «é para ontem, é urgente, só paro quando acabar», este texto pode interessar-lhe
«Devagar que tenho pressa» é uma máxima que pode revelar-se de grande utilidade para alcançar alguma paz de espírito e manter um estado emocional equilibrado na correria dos dias. Saber parar e escutar o corpo a mente é algo que vamos desaprendendo, mas podemos restaurar, com um pouco de treino e persistência.
Ganhar tempo e calma, aliviar a dor e estados ansiosos e até, melhorar a produtividade, são alguns dos benefícios da Atenção Plena (mindfulness).
Imagem extraida do site rellacafa.com/
Trata-se de um método desenvolvido pelo investigador americano Jon Kabat-Zinn, da escola médica da Universidade de Massachusetts, na segunda metade do século passado. Praticante de ioga e meditação budista, o também fundador da Clínica de Redução do Stress retirou a componente religiosa e ideológica da prática e tornou-a popular. Hoje é usada em várias clínicas médicas da Europa e dos Estados Unidos, no tratamento da dor crónica e como complemento do tratamento de problemas de saúde.
Usada por técnicos de saúde e psicólogos como complemento de tratamentos e psicoterapias, esta prática, que se deseja regular, é divulgada em Portugal no Espaço Budadharma, em Lisboa, através de cursos de curta duração. O objetivo é recentrar-se e conquistar de um espaço interno de aceitação e desprendimento. Aprender a focar a atenção, sem medo, permite tomar contacto com aspetos subjetivos, sem ficar refém deles e ganhar um distanciamento saudável face ao que se passa dentro e fora de nós. Ganha-se um espaço de liberdade interna, o que se traduz, gradualmente, numa menor vulnerabilidade ao sofrimento e na diminuição da frequência de estados mentais dispersos, flutuações de humor e pensamentos automáticos indesejados, que geram desgaste e fadiga.
«A dor é inevitável, o sofrimento é opcional»
Segundo Jon Kabat-Zinn, a dor tem três componentes:
Física: a dimensão sensorial e corporal
Emocional: os sentimentos envolvidos (raiva, frustração)
Cognitiva: o significado atribuído (pensamentos, expetativas negativas)
Dar atenção à dor altera a relação com ela, pois permite:
. Aprender a viver com a dimensão sensorial
. Libertar-se das componentes emocional e cognitiva
. Melhorar a qualidade de vida
Aplicações
O Mindfulness é reconhecido como prática de promoção da saúde e revela-se útil nas seguintes situações:
. Gestão da dor
. Redução do desconforto
. Depressão moderada
. Problemas gastrointestinais
. Hipertensão
. Estados ansiosos
. Perturbações do sono
. Dependências
Saber mais em Revista Máxima
«Devagar que tenho pressa» é uma máxima que pode revelar-se de grande utilidade para alcançar alguma paz de espírito e manter um estado emocional equilibrado na correria dos dias. Saber parar e escutar o corpo a mente é algo que vamos desaprendendo, mas podemos restaurar, com um pouco de treino e persistência.
Ganhar tempo e calma, aliviar a dor e estados ansiosos e até, melhorar a produtividade, são alguns dos benefícios da Atenção Plena (mindfulness).
Imagem extraida do site rellacafa.com/
Trata-se de um método desenvolvido pelo investigador americano Jon Kabat-Zinn, da escola médica da Universidade de Massachusetts, na segunda metade do século passado. Praticante de ioga e meditação budista, o também fundador da Clínica de Redução do Stress retirou a componente religiosa e ideológica da prática e tornou-a popular. Hoje é usada em várias clínicas médicas da Europa e dos Estados Unidos, no tratamento da dor crónica e como complemento do tratamento de problemas de saúde.
Usada por técnicos de saúde e psicólogos como complemento de tratamentos e psicoterapias, esta prática, que se deseja regular, é divulgada em Portugal no Espaço Budadharma, em Lisboa, através de cursos de curta duração. O objetivo é recentrar-se e conquistar de um espaço interno de aceitação e desprendimento. Aprender a focar a atenção, sem medo, permite tomar contacto com aspetos subjetivos, sem ficar refém deles e ganhar um distanciamento saudável face ao que se passa dentro e fora de nós. Ganha-se um espaço de liberdade interna, o que se traduz, gradualmente, numa menor vulnerabilidade ao sofrimento e na diminuição da frequência de estados mentais dispersos, flutuações de humor e pensamentos automáticos indesejados, que geram desgaste e fadiga.
«A dor é inevitável, o sofrimento é opcional»
Segundo Jon Kabat-Zinn, a dor tem três componentes:
Física: a dimensão sensorial e corporal
Emocional: os sentimentos envolvidos (raiva, frustração)
Cognitiva: o significado atribuído (pensamentos, expetativas negativas)
Dar atenção à dor altera a relação com ela, pois permite:
. Aprender a viver com a dimensão sensorial
. Libertar-se das componentes emocional e cognitiva
. Melhorar a qualidade de vida
Aplicações
O Mindfulness é reconhecido como prática de promoção da saúde e revela-se útil nas seguintes situações:
. Gestão da dor
. Redução do desconforto
. Depressão moderada
. Problemas gastrointestinais
. Hipertensão
. Estados ansiosos
. Perturbações do sono
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